Governador Claudio Castro (Foto: Isac Nóbrega/PR).

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Desde 16 de maio, oito dias antes do massacre de 22 pessoas na Vila Cruzeiro, os policiais militares do Rio de Janeiro que atuam na região deveriam sair em serviço com câmeras acopladas aos uniformes, mas “houve um atraso” no Programa Estadual de Transparência em Ações de Segurança Pública.

Já deveriam estar usando o equipamento os policiais do 1º Comando de Policiamento de Área, que reúne 10 batalhões da PMERJ que atuam no Centro do Rio e nas zonas Sul e Norte da cidade. A Vila Cruzeiro fica na Zona Norte, no complexo de favelas da Penha.

A operação desta terça-feira, 24, na Vila Cruzeiro, contou com policiais do Batalhão de Operações Especiais (Bope) e apoio da Polícia Rodoviária Federal. A instalação de câmeras nas fardas de agentes das operações especiais da PM do Rio não estava prevista para maio, mas para “um segundo momento”.

Agora, com o atraso, ficou para um terceiro, ou quarto, ou vigésimo quarto: na manhã desta quarta-feira, 25, subiu para 24 o número de mortos na chacina da Vila Cruzeiro.

Não há informações oficiais sobre eventual participação de apoio à operação de policiais do 16º Batalhão, que atuam na área e já deveriam estar usando câmeras. A conta oficial da PMERJ no Twitter, porém, mostra que policiais das UPPs da Vila Cruzeiro e do Alemão também atuaram na manhã desta quarta na região do massacre.

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