Sobre as falas, comunicados e o que mais de tom golpista que veio dos comandos militares, de figuras de proa do bolsonarismo e do próprio Jair Bolsonaro desde muito antes do processo eleitoral e até agora, às vésperas da diplomação de Luis Inácio Lula da Silva, o que mais se diz é que são “dúbios”.

Como se Jair Bolsonaro, Zambellis perseguindo pretos e generais da “doutrina Villas Bôas” fossem cada um deles assim algo como esfínges do Plano Piloto.

Como se fosse necessário algum Daniel interpretando sonhos diante de um qualquer Nabucodonosor para que ficasse clara a formação de uma quadrilha sui generis, ou seja, uma quadrilha para a prática de crime de incitação a crimes – contra o Estado Democrático de Direito.

Transportado fosse do império babilônico para o Brasil estraçalhado da virada de ano e de governo, diria um profeta Daniel estupefato, em algum programa de exegese política da CNN Brasil: “Dúbio? O sonho, depravado, é o do Capitólio próprio”.

E diria ainda, antes de ser jogado na cova dos leões, algo sobre as mais de duas mil armas registradas por dia no Brasil nas últimas semanas pelos 700 mil CACs espalhados pelo território nacional.

Não haverá democrata que assistiu com atenção, se não à História recente, ao documentário “Quatro Horas no Capitólio”, disponível na HBO, que não terá sono intranquilo nas próximas noites, desde esta próxima, anterior à diplomação de Lula, até a noite de réveillon.

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