Quem pretende, neste 7 de setembro, engrossar os atos em prol de uma tal “Nova Independência”, nome fantasia – e bota fantasia nisso – inventado pelas falanges bolsonaristas para o mais escancarado golpismo, participará de um duplo crime: contra a ordem institucional e contra a saúde pública.

Juntar-se, associar-se, agrupar-se nas ruas para dar um “ultimato” a um dos poderes da República já seria, sob normais condições sanitárias, grave formação de quadrilha. Sob o espraiamento da variante Delta, é formação de quadrilha para espalhar doença grave.

Se não cada um dos bovinos dotados ou não de dois apêndices ósseos na parte superior da cabeça, pelo menos os tocadores do gado, de deputados agitadores a lideranças armamentistas, poderão ser chamados à responsabilidade por tocarem o berrante dos atos antidemocráticos do 7 de setembro.

Se serão ou não chamados na chincha, isto será o índice deste país daqui para frente, na sequencia de uma clara tentativa de autogolpe por um genocida, fã de torturador, de estuprador, grande “incomível” que passou o esquema de corrupção das rachadinhas para a descendência após descobrir que a ex-mulher o traia com um dos envolvidos.

De modo que o 7 de setembro que “vai ser gigante” será, isto sim, um gigantesco programa de corno.

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