Pastor Arilton Moura, que ameaçou "destruir todo mundo", Bolsonaro e pastor Gilmar Santos reunidos no Palácio do Planalto (Foto: Marcos Corrêa).

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Na última quarta-feira, 22, quando foi preso pela Polícia Federal na operação Acesso Pago, o pastor Arilton Moura ameaçou “destruir todo mundo”.

“Eu preciso que você ligue para a minha esposa… acalme minha esposa… porque se der qualquer problema com a minha menininha, eu vou destruir todo mundo”, disse Arilton Moura, por telefone, a uma de suas advogadas.

Uma das advogadas de Arilton Moura no caso do tráfico de influência no MEC é Nara Terumi Nishizawa, que integrou a banca de defesa de Flavio Bolsonaro no caso das rachadinhas na Alerj.

Na imagem abaixo, de março do ano passado, Nara Terumi Nishizawa aparece ao lado de Frederick Wassef acompanhando por videoconferência uma audiência no STJ sobre o inquérito das rachadinhas de Flavio.

No vídeo abaixo, de meados de 2021, Flavio Bolsonaro agradece ao outro pastor do preachergate do MEC, Gilmar Santos, pela ajuda na “guerra pela disputa do poder em Brasília”.

Uma banca e tanto

Além da advogada de Flavio nas rachadinhas, a banca, por assim dizer, que defende os presos da operação Acesso Pago conta ainda com o advogado de Michele Bolsonaro, Daniel Bialski, que defende o ex-ministro Milton Ribeiro.

Já Luciano de Freitas Musse, outro preso na Acesso Pago, tem como patrono Zoser Plata Bondim Hardman de Araújo, conhecido advogado de milicianos que foi assessor de Eduardo Pazuello no Ministério da Saúde, além de advogado de “o outro obedece” na CPI da Covid-19.

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